Uma reação química ocorre quando certas substâncias sofrem transformações em relação ao seu estado inicial. Para que isso possa acontecer, as ligações entre átomos e moléculas devem ser rompidas e devem ser restabelecidas de outra maneira. Não existe uma velocidade geral para todas as reações químicas, cada uma acontece em sua velocidade específica.
Algumas são lentas e outras são rápidas, como por exemplo: a oxidação (ferrugem) de um pedaço de ferro é um processo lento, pois levará algumas semanas para reagir com o oxigênio do ar. Já no caso de um palito de fósforo que acendemos, a reação de combustão do oxigênio ocorre em segundos gerando o fogo, sendo assim é uma reação rápida.
A velocidade das reações químicas depende de uma série de fatores: a concentração das substâncias reagentes, a temperatura, a luz, a presença de catalisadores, superfície de contato. Esses fatores nos permitem alterar a velocidade natural de uma reação química, vejamos por que: Concentração de reagentes: Quanto maior a concentração dos reagentes, mais rápida será a reação química. Essa propriedade está relacionada com o número de colisões entre as partículas. Exemplo: uma amostra de palha de aço reage mais rápido com ácido clorídrico concentrado do que com ácido clorídrico diluído.
Temperatura:
De um modo geral, quanto maior a temperatura, mais rapidamente se processa a reação. Podemos acelerar uma reação lenta, submetendo os reagentes a uma temperatura mais elevada. Exemplo: se cozinharmos um alimento em panela de pressão ele cozinhará bem mais rápido, devido à elevação de temperatura em relação às panelas comuns.
Luz:
Certas reações, as chamadas reações fotoquímicas, podem ser favorecidas e aceleradas pela incidência de luz. Trata-se de uma reação de fotólise, ou seja, da decomposição de uma substância pela ação da luz. Podemos retardar a velocidade de uma reação diminuindo a quantidade de luz. Exemplo: A fotossíntese, que é o processo pelo qual as plantas convertem a energia solar em energia química, é uma reação fotoquímica.
Catalisadores:
São substâncias capazes de acelerar uma reação. Exemplo: alguns produtos de limpeza contêm enzimas para facilitar na remoção de sujeiras. Essas enzimas facilitam a quebra das moléculas de substâncias responsáveis pelas manchas nos tecidos.
Superfície de contato:
Quanto maior a superfície de contato dos reagentes, maior será a velocidade da reação. Exemplo: os antiácidos efervescentes quando triturados se dissolvem mais rápido em água do que em forma de comprimido inteiro, isto porque a superfície de contato fica maior para reagir com a água.
Os estudos experimentais realizados por Lavoisier levaram-no a concluir que, numa reação química que se processe num sistema fechado, a massa permanece constante, ou seja, a soma das massas dos reagentes é igual à soma das massas dos produtos:
m(reagentes) = m(produtos)
Assim, por exemplo, quando 2 gramas de hidrogênio reagem com 16 gramas de oxigênio verifica-se a formação de 18 gramas de água; do mesmo modo, quando 12 gramas de carbono reagem com 32 gramas de oxigênio ocorre a formação de 44 gramas de gás carbônico.
Através de seus trabalhos, pôde enunciar uma lei que ficou conhecida como Lei da Conservação das Massas ou Lei de Lavoisier:
"Numa reação química que ocorre em sistema fechado, a massa total antes da reação é igual à massa total após a reação".
ou,
"Numa reação química a massa se conserva porque não ocorre criação nem destruição de átomos. Os átomos são conservados, eles apenas se rearranjam. Os agregados atômicos dos reagentes são desfeitos e novos agregados atômicos são formados". Ou ainda, filosoficamente falando,
"Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma".
O que hoje pode parecer evidente, nem sempre o foi. Queimando-se magnésio, cientistas anteriores a Lavoisier observavam um aumento de massa, enquanto que, queimando enxofre, notavam uma perda de massa. Coube a Lavoisier, percebendo que esses ensaios deveriam ser feitos em sistemas fechados, esclarecer que as diferenças de massas eram devidas à absorção ou liberação de gases durante as reações.
Actualmente sabemos que a lei de Lavoisier como inicialmente foi proposta nem se verifica. É possível a perda de massa no decurso de uma reacção libertando-se energia (fenómeno explicável pela teoria da relatividade). O que se deverá verificar sempre é a primeira lei da termodinâmica.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Velocidade das reacções quimicas
Uma reacção química ocorre quando certas substâncias sofrem transformações em relação ao seu estado inicial. Para que isso possa acontecer, as ligações entre átomos e moléculas devem ser rompidas e devem ser restabelecidas de outra maneira. Não existe uma velocidade geral para todas as reações químicas, cada uma acontece em sua velocidade específica. Algumas são lentas e outras são rápidas, como por exemplo: a oxidação (ferrugem) de um pedaço de ferro é um processo lento, pois levará algumas semanas para reagir com o oxigênio do ar. Já no caso de um palito de fósforo que acendemos, a reação de combustão do oxigênio ocorre em segundos gerando o fogo, sendo assim é uma reação rápida.
A velocidade das reações químicas depende de uma série de fatores: a concentração das substâncias reagentes, a temperatura, a luz, a presença de catalisadores, superfície de contato. Esses fatores nos permitem alterar a velocidade natural de uma reação química, vejamos por que:
Concentração de reagentes: Quanto maior a concentração dos reagentes, mais rápida será a reação química. Essa propriedade está relacionada com o número de colisões entre as partículas. Exemplo: uma amostra de palha de aço reage mais rápido com ácido clorídrico concentrado do que com ácido clorídrico diluído.
Temperatura: De um modo geral, quanto maior a temperatura, mais rapidamente se processa a reação. Podemos acelerar uma reação lenta, submetendo os reagentes a uma temperatura mais elevada. Exemplo: se cozinharmos um alimento em panela de pressão ele cozinhará bem mais rápido, devido à elevação de temperatura em relação às panelas comuns.
Luz: Certas reações, as chamadas reações fotoquímicas, podem ser favorecidas e aceleradas pela incidência de luz. Trata-se de uma reação de fotólise, ou seja, da decomposição de uma substância pela ação da luz. Podemos retardar a velocidade de uma reação diminuindo a quantidade de luz. Exemplo: A fotossíntese, que é o processo pelo qual as plantas convertem a energia solar em energia química, é uma reação fotoquímica.
Catalisadores: São substâncias capazes de acelerar uma reação. Exemplo: alguns produtos de limpeza contêm enzimas para facilitar na remoção de sujeiras. Essas enzimas facilitam a quebra das moléculas de substâncias responsáveis pelas manchas nos tecidos.
Superfície de contato: Quanto maior a superfície de contato dos reagentes, maior será a velocidade da reação. Exemplo: os antiácidos efervescentes quando triturados se dissolvem mais rápido em água do que em forma de comprimido inteiro, isto porque a superfície de contato fica maior para reagir com a água.
A velocidade das reações químicas depende de uma série de fatores: a concentração das substâncias reagentes, a temperatura, a luz, a presença de catalisadores, superfície de contato. Esses fatores nos permitem alterar a velocidade natural de uma reação química, vejamos por que:
Concentração de reagentes: Quanto maior a concentração dos reagentes, mais rápida será a reação química. Essa propriedade está relacionada com o número de colisões entre as partículas. Exemplo: uma amostra de palha de aço reage mais rápido com ácido clorídrico concentrado do que com ácido clorídrico diluído.
Temperatura: De um modo geral, quanto maior a temperatura, mais rapidamente se processa a reação. Podemos acelerar uma reação lenta, submetendo os reagentes a uma temperatura mais elevada. Exemplo: se cozinharmos um alimento em panela de pressão ele cozinhará bem mais rápido, devido à elevação de temperatura em relação às panelas comuns.
Luz: Certas reações, as chamadas reações fotoquímicas, podem ser favorecidas e aceleradas pela incidência de luz. Trata-se de uma reação de fotólise, ou seja, da decomposição de uma substância pela ação da luz. Podemos retardar a velocidade de uma reação diminuindo a quantidade de luz. Exemplo: A fotossíntese, que é o processo pelo qual as plantas convertem a energia solar em energia química, é uma reação fotoquímica.
Catalisadores: São substâncias capazes de acelerar uma reação. Exemplo: alguns produtos de limpeza contêm enzimas para facilitar na remoção de sujeiras. Essas enzimas facilitam a quebra das moléculas de substâncias responsáveis pelas manchas nos tecidos.
Superfície de contato: Quanto maior a superfície de contato dos reagentes, maior será a velocidade da reação. Exemplo: os antiácidos efervescentes quando triturados se dissolvem mais rápido em água do que em forma de comprimido inteiro, isto porque a superfície de contato fica maior para reagir com a água.
segunda-feira, 10 de março de 2008
Reacções de precipitação
A solibidades dos sais em água
Há muitos sais que são solúveis em agua. São, por exemplo, o cloreto de sódio e o cloreto de magnésio que existem dissolvidos na agua do mar. Existem outros sais que são praticamente insolúveis em agua.
É o que acontece, por exemplo, com o carboneto de cálcio, que constitui o calcário.
Como podes testar a solubidade de alguns sais em agua ?
Pode-se verificar, experimental, a solubilidade de diferentes sais em agua. Adiciona-se uma dada quantidade de cada um dos sais á mesma quantidade de agua contida num tubo de ensaio,
Há muitos sais que são solúveis em agua. São, por exemplo, o cloreto de sódio e o cloreto de magnésio que existem dissolvidos na agua do mar. Existem outros sais que são praticamente insolúveis em agua.
É o que acontece, por exemplo, com o carboneto de cálcio, que constitui o calcário.
Como podes testar a solubidade de alguns sais em agua ?
Pode-se verificar, experimental, a solubilidade de diferentes sais em agua. Adiciona-se uma dada quantidade de cada um dos sais á mesma quantidade de agua contida num tubo de ensaio,
- O sulfato de cobre ( II), o cloreto de cálcio, o nitrato de sódio e o carbonato de sódio originam soluções aquosas límpidas. São sais solúveis em agua.
- O cloreto de prata e o cloreto de chumbo praticamente não se dissolvem em agua. São sais insolúveis em agua.
NOTA : Os compostos químicos que possuímos podem ser ácidos básicos ou sais. Se a palavra acida ou hidróxido não aparecer são sais , tirando expressões. Os sais tem '' de'' no meio da expressão.
Exemplos: carbonato de sódio, nitrato de sódio.
Os sais ocupam quantidade de agua diferente, quando não há quantidade de agua suficiente para um sal. (ultrapassa o limite de solubidade)
Exemplos: quando se não põe demasiado açúcar ele não se dissolve. Isto significa que a solução fica saturada no açúcar .A solubidade varia com o sal, com a temperatura, etc...
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Resumo
Difusao da luz
É o fenomeno óptico que ocorre quando a luz incide numa superfície não polida e esta a desvia em direcções diferentes, mantendo-a no meio de propagação. É a difusão da luz ou reflexão irregular que nos permite ver is objectos.
Reflexão da luz
É o fenomeno óptico que ocorre quando a luz incide numa superficie polida e esra desvia numa só direcção , mantendo-a no mesmo meio de propagacção.
1ª Lei - o raio incidente, a normal ao espelho no ponto de incidencia e o raio reflectido estão no
no mesmo plano.
2ª Lei - o ângulo de incidencia é igual ao ângulo de reflexão.
É o fenomeno óptico que ocorre quando a luz incide numa superfície não polida e esta a desvia em direcções diferentes, mantendo-a no meio de propagação. É a difusão da luz ou reflexão irregular que nos permite ver is objectos.
Reflexão da luz
É o fenomeno óptico que ocorre quando a luz incide numa superficie polida e esra desvia numa só direcção , mantendo-a no mesmo meio de propagacção.
1ª Lei - o raio incidente, a normal ao espelho no ponto de incidencia e o raio reflectido estão no
no mesmo plano.
2ª Lei - o ângulo de incidencia é igual ao ângulo de reflexão.
Refracção da luz
* Quando a luz passa de um meio óptico para outro diferente, em geral, muda a sua direcção de propagação.
* Se a luz passa de um meio menos refrangente (ar) para outro mais refrangente (vidro, água, acrílico, etc) aproxima-se da normal no ponto de incidência.
* Se a luz passa de um meio mais refrangente para outro menos refrangente, afasta-se da normal no ponto de incidência;
* Se um feixe de luz atinge o ponto de incidência na direcção da normal, refracta-se, mas não muda a sua direcção de propagação.
Caracteristicas das imagens obtidas num espelho plano
* São direitas;
* São do mesmo tamanho do objecto;
* São simetricas em relação ao espelho;
* A distancia do objecto ao espelho é igual a distancia entre o espelho e a imagem;
* São virtuais ( não se projectam num alvo).
Tipos de lentes
* Lentes convexas - lentes de bordos delgados, ou convexas ou convergentes. Estas lentes são mais grossas na parte média do que nos bordos. Um feixe luminoso que incide num lente convexa paralelamente ao eixo principal, converge num ponto (foco). Por isso são designados por lentes convergentes.
* Lentes Côncavas - lentes de bordos espessos. Estas lentes são mais grossas nos bordos do que na parte média. Um feixe luminoso que incide paralelamente ao eixo principal de uma lente côncava, refracta-se divergindo. Por isso, chamam-se lentes divergentes.
Nota: O foca das lentes divergentes é virtual.
Potência Focal
P= 1:df P - potência focal - dioptrias (D)
df - distância focal (metro)
Subscrever:
Comentários (Atom)
